De que depende, no fim das contas, a capacidade de uma organização de se manter coesa sob pressão? O que se perde quando a confiança entre as pessoas de uma organização se deteriora? E por que tão pouco disso se recupera? Como se mede a distância entre o que uma organização declara e o que pratica? Quem tem interesse em não medi-la? Por que organizações com competências técnicas equivalentes reagem de formas tão distintas diante dos mesmos dilemas? Quando uma organização inteira falha, a responsabilidade se distribui ou se dissolve? Em que momento assumir os efeitos das decisões deixa de ser uma escolha e passa a ser condição de legitimidade institucional?
A diferença entre organizações que atravessam crises e organizações que se desintegram diante delas, no mais das vezes, não é de ordem técnica, mas ética. Confiança, não a declarada em relatórios, mas a operante entre pessoas que dependem umas das outras para decidir, parece ser a condição de possibilidade de toda cooperação duradoura. Essa confiança se sustenta sobre integridade verificável e responsabilidade assumida, e não se reconstrói por decreto quando se perde.
Executivos que participam desta palestra serão conduzidos a avaliar, com rigor, o estado real da confiança nas suas organizações, não apenas o estado percebido. Ganharão um diagnóstico preciso sobre como confiança, integridade e responsabilidade sucedem ou falham na prática cotidiana, e por que investir nelas não é questão abstrata, mas algo fundamental para permanência, continuidade e prosperidade dos negócios. Esta palestra é um investimento nas capacidades das lideranças de identificar fragilidades éticas na organização antes que se tornem crises irreversíveis.
Formatos:
Palestra (2h)
Workshop (4h ou 8h)
Curso (12h ou 16h)
Mentoria (a combinar)
Programa de Desenvolvimento (a combinar)
Modalidades:
Presencial in Company
Presencial em Local Contratado
Online ao Vivo
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